
A nova associação foi oficialmente lançada em Maputo, numa cerimónia que marcou também a tomada de posse dos seus órgãos sociais.
A Associação Moçambicana de Inteligência Artificial foi oficialmente lançada no dia 26 de Agosto de 2026, no Auditório do edifício-sede do BCI, em Maputo, numa cerimónia que marcou igualmente a tomada de posse dos seus órgãos sociais. A associação surge com o propósito de promover o desenvolvimento responsável, inclusivo e estratégico da inteligência artificial em Moçambique.
No âmbito desta nova estrutura, Valdez Beleza, advogado, assumiu a coordenação do Pelouro de Direito, Ética e Políticas Públicas de Inteligência Artificial, área que ganha particular relevância num momento em que a inteligência artificial começa a ocupar espaço crescente no debate público, académico, empresarial e institucional.
Na sua mensagem pública, Valdez Beleza referiu assumir esta nova missão “com sentido de propósito”, sublinhando que a transformação digital de Moçambique não deve ser apenas acompanhada, mas também construída com participação activa dos profissionais e instituições nacionais.
O pelouro de Direito, Ética e Políticas Públicas de Inteligência Artificial coloca no centro da agenda temas como responsabilidade, regulação, governação, segurança, inclusão e impacto social da tecnologia. Trata-se de uma frente essencial para assegurar que a inovação tecnológica avance com visão de futuro, mas também com atenção aos direitos, às instituições e aos interesses da sociedade.
A integração de Valdez Beleza nos órgãos da Associação Moçambicana de Inteligência Artificial evidencia a crescente aproximação entre Direito e tecnologia em Moçambique, num tempo em que os desafios da transformação digital exigem respostas cada vez mais preparadas, multidisciplinares e institucionalmente responsáveis.